Enquanto Amelia estava deitada nos braços de Niko, um toque de telefone chamou sua atenção. A linha privada de Niko. Com a crise em torno de Alexei, cada ligação fazia seu coração acelerar de ansiedade.Niko a soltou de má vontade, pressionando um último beijo no ombro dela antes de sair da cama para atender. Amelia o observou, admirando as linhas fortes das costas enquanto ele falava em tons baixos e urgentes.— Pai — disse ele, a postura se enrijesendo imediatamente. — Sim, entendo.Amelia se sentou, puxando o lençol ao redor. Pela expressão de Niko, algo significativo havia acontecido. Ela esperava que Alexei estivesse bem.— Quando? — ele perguntou, os nós dos dedos branquejando em volta do telefone. — E o senhor tem certeza?Os músculos do maxilar se tensionaram enquanto ele ouvia. — Entendo. Sim.Quando desligou, se virou para encará-la, a expressão indecifrável.— O que foi? — Amelia perguntou, um peso se formando no estômago. — Alexei piorou?— Não — disse Niko, passand
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