— Olhe para mim, Mercy. — Comandou ele, a voz firme, porém terna. — Não desvie o olhar, quero que veja o quanto eu ansiei por isso. O quanto estive sedento pelo seu gosto, por cada gota de você.Ela obedeceu, os olhos fixos nele. A intensidade naquele olhar a fazia tremer. O relâmpago estalou novamente, seguido pelo estrondo do trovão.As mãos dele afastaram as coxas dela gentilmente, expondo-a ao ar fresco. Ela estava úmida e brilhante, ele rosnou diante da visão, os dedos provocando a pele sensível da parte interna de suas coxas.— Você está tão molhada para mim, e tão pronta. Imaginei este dia, em que enterraria meu rosto aqui, bebendo você até que não conseguisse mais ficar de pé. — Disse ele com a voz rouca.O hálito dele soprou sobre o centro dela, quente e provocante. Um dedo traçou suas dobras levemente, circulando a entrada sem penetrar. Mercy empinou os quadris, um lamento escapando de seus lábios.— Por favor…Ele olhou para cima, os olhos escuros de luxúria. — Ainda
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