Minhas mãos tremiam enquanto eu esperava no grande escritório. Aquele era um lugar sombrio, com móveis grandes, antigos e todos de madeira escura. Sobre a mesa não havia nada além da fotografia de uma menina sorridente, com longos cabelos loiros ondulados presos com uma fita e um lindo vestido de babados. Mas, o que mais me chamou a atenção, foram os grandes olhos azuis-escuros gentis e calorosos. Estendi minha mão, tocando a moldura simples e branca. A porta, de repente, se abriu, um homem idoso, de cabelos brancos e costas levemente curvadas, entrou. Ele se apoiava em uma bengala elegante e era seguido de perto por outro homem. Mesmo com aquela aparência frágil, sua presença emanava uma aura de poder e autoridade. Aquele senhor nã
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