Eu levantei, erguendo-a pelas coxas com facilidade, sentindo suas pernas se enrolando na minha cintura como serpentes, não dispostas a soltar até se alimentarem de cada centímetro de mim, o veneno a um passo de ser liberado, sabendo que causaria nada menos que a minha morte. A morte do CEO das armas, que tanto tentou ficar longe do fogo, do sentimento, de qualquer coisa que o fizesse reagir.Prensei-a contra a parede metálica gelada do caminhão, o contato frio contra suas costas nuas fazendo-a gemer do choque. Mas Derringer não recuou. Pelo contrário, cravou as unhas mais fundo na minha pele, até me fazer soltar um grito contido. Foi quando ela rasgou a minha camisa, os botões se espalhando como munição perdida. Minhas costas ardiam, como se eu tivesse sido chicoteado. E havia realmente sido chicoteado. Deliciosamente chicoteado. Pelas unhas dela.Meu pau pulsava contra ela, roçan
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