Quando viu o estado no qual a esposa e o filho se encontravam, Renato não pensou duas vezes. Se aproximou rapidamente, envolvendo os dois em um abraço, como se quisesse protegê-los de tudo ao redor. Seus olhos passaram por Léo com atenção, verificando cada detalhe, cada reação do bebê, buscando qualquer sinal de que ele estivesse bem.— Calma… já passou — sussurrou, mais para si mesmo do que para Sara, enquanto apoiava a mão na cabecinha do filho.Sara ainda tremia, abraçando Léo com força, como se tivesse receio de que alguém pudesse tirá-lo de seus braços novamente.— Ele está bem… — disse ela, com a voz embargada, mas ainda insegura. — Eu cheguei a tempo.Aliviado ao ver que o bebê começava a se acalmar no colo da mãe, Renato comentou.— Sei que pensou em fazer o que era certo, mesmo assim, correu o risco de vir até aqui sozinha.Enquanto aquela cena acontecia, Constança ainda permanecia no chão, completamente descomposta, com o cabelo desalinhado, o rosto marcado. Seus olhos incré
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