Eles pararam diante das grandes portas de carvalho. Alexander segurou a mão dela com firmeza, olhando-a como se o mundo tivesse parado.— Se eu ficar mais um minuto, não vou resistir a vontade de te sequestra.— Isso é definido no Código Penal, como crime. — ela sussurrou, sorrindo. —Então controle-se, não gostaria de te ver atrás das grades.Ele sorriu, um riso baixo, contido, e antes que qualquer palavra pudesse quebrar o momento, Alexander a puxou suavemente para si. O beijo foi calmo, profundo — o tipo de beijo que diz mais do que qualquer promessa.Quando se separaram, Camila ainda manteve suas mãos entrelaçadas ao pôr detrás do pescoço dele.— Boa noite, Alexander.— Boa noite, meu amor. — respondeu, encostando a testa na dela por um instante.O motorista, ao longe, ligou o carro em silêncio. Alexander respirou fundo, lançou um último olhar para ela e, com relutância, voltou em direção ao veículo. Camila abriu a porta e, antes de entrar completamente, virou-se e o observou parti
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