A loba de Camila começou chora em silêncio dentro dela. Era impossível não reconhecer a morte, do seu sangue.Não era um som comum. Era um lamento baixo, quase um sopro quebrado, que vibrava direto no peito dela. Camila, sentindo o ar pesar ao redor dela. Enquanto um carro passava despercebido no outro sentido da rodovia.— Por que você está chorando, Sekhmet? — perguntou, com a voz trêmula.A loba não respondeu. Apenas abaixou a cabeça, os olhos brilhando como se guardassem uma tempestade inteira por dentro.Então Camila sentiu um cheiro misturado que não conseguiu decifrar, sangue, podridão, medo dor, procupação.Não foi um pensamento. Foi uma pontada viva na alma, como se algo invisível tivesse atravessado seu caminho. Seu coração acelerou, e um frio percorreu sua espinha.Era dor. Era perda. Era um pressentimento sombrio.Camila levou a mão ao peito, respirando com dificuldade.— Tem algo errado… — murmurou.A ligação entre elas pulsava como um fio em chamas. A tristeza da loba
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