Lorenzo Narrando…O caminho até a mansão foi silencioso. Não um silêncio vazio, mas um silêncio cheio. Cheio de pensamentos, de memórias, principalmente gratidão. Olhei para a Sophia algumas vezes, e ela continuava dormindo. Helena apoiou a mão na minha perna em silêncio. Um gesto simples, mas carregado de tudo o que não precisava ser dito.Quando os portões da mansão começaram a se abrir, senti algo apertar no peito. Não era orgulho. Não era conquista. Era pertencimento. Josias parou com o carro.— Chegamos, princesa… — murmurei, mais pra mim do que pra ela.Meu motorista desceu primeiro e abriu a porta traseira, peguei Sophia novamente no colo e desci do carro. Ela se mexeu de leve, abriu um olho por um segundo, depois voltou a dormir. Helena se aproximou, passou a mão pelo rostinho da nossa filha, com os olhos marejados.— Estamos em casa… — ela sussurrou.— Sim, estamos em casa com a nossa família... — falei e ela concordou com um sorriso nos lábios.Seguimos para a entrada prin
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