Enzo continuava sentado na beirada da cama quando a porta do banheiro se abriu novamente.Alana voltou devagar para o quarto. Os olhos evitavam os dele e as mãos permaneciam inquietas ao lado do corpo. Ela parou perto da cômoda e respirou fundo várias vezes antes de finalmente criar coragem para falar.— Desculpa... Eu...As palavras morreram antes mesmo de terminarem.Enzo levantou imediatamente. Não havia irritação no rosto dele, nem frustração ou impaciência. Apenas preocupação. Caminhou até ela sem pressa, como se estivesse tentando mostrar que não havia motivo para pânico.— Ei, calma.Alana abaixou os olhos.— Eu sei que você falou que seria no meu tempo.— E continuo falando.Ela respirou fundo outra vez antes de confessar aquilo que estava sufocando dentro dela.— Eu sei que você é experiente, Enzo. Sei que isso deve estar te cansando... Mas eu não estou jogando.A frase saiu mais pesada do que deveria. Porque, ironicamente, existia um jogo. Uma aposta. Uma regra absurda. Mas
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