MARKUS BLACKWOOD — ...eu quero brigar com você todo dia. Ela riu, mas o riso se transformou num gemido quando aumentei a pressão das mãos, segurando seus quadris e ajudando no ritmo. A visão era erótica demais. O corpo dela contra o meu, a pele suada brilhando, a forma como os músculos do abdômen dela se contraíam. Eu podia ver onde nossos corpos se uniam, o sexo úmido e deslizante, a prova física de que estávamos conectados. — Mais rápido... — Ela pediu, jogando a cabeça para trás, o pescoço longo e elegante exposto. — Markus, mais rápido. Eu obedeci. Mas eu não podia mais ficar passivo. A necessidade de dominá-la, de tomá-la de um jeito que a fizesse esquecer o próprio nome, rugiu dentro de mim. — Vamos mudar. Sentei-me na cama, trazendo-a comigo sem desconectar nossos corpos. Beijei-a com força, engolindo o protesto dela, Leah correspondeu o beijo e tentou voltar a me cavalgar, mas nos desconectei e girei nossos corpos. Leah arfou quando se viu de quatro no colchão, c
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