Andreyna os chamou do banheiro, Kassandra foi ajudá-la, a colocou para dormir com eles. Quando Valentino contou a filha, que iria viajar, ela quis dormir com eles. Os dois nem puderam conversar mais.Valentino fez as malas e viajou no dia seguinte. Não foi uma viagem curta, nem longa demais, foram alguns dias suficientes para o silêncio pesar e para tudo que estava suspenso começar a se organizar dentro de Kassandra. Ele não ligava o tempo todo, não cobrava, não perguntava nada diretamente. Mas todos os dias, sem falhar, chegavam rosas.Sempre rosas vermelhas. No primeiro dia, um buquê simples, com um bilhete curto, falando sobre o quanto ele tinha demorado para entender que amar não era possuir, era cuidar mesmo quando podia perder. No segundo dia, mais rosas, com outra mensagem, falando sobre os erros, sobre o quanto ele tinha vivido no automático antes de Kassandra, sem enxergar nada além de responsabilidades vazias.No terceiro, outra entrega, outro bilhete, como se fosse uma cont
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