LeônidasParo de falar e a olho por alguns instantes.— Será que você… consegue me perdoar?— Pelo que?Dou de ombros.— Eu jurei que jamais a machucaria. Mas eu te machuquei. Eu prometi que te protegeria, mas no final, não te protegi. E quando pensei que você tinha morrido naquele acidente, pensei que morreria junto com você. Eu não sei como se chama isso, mas…— Isso se chama amor — declara, me fazendo parar.Minha língua desliza pelo meu lábio inferior.— Sim — sussurro.Ela sorri.E Deus, como senti falta desse sorriso!— Eu amo você! — declaro. E, porra, como é bom colocar essas palavras para fora. — Com todas as minhas forças. Com a minha alma. Eu amo você, Virna Castellini!— Diga-me, senhor Leônidas, o que quer de mim? — pergunta, aproximando-se. Insinuosa. Seu olhar se fixa no meu outra vez. E novamente penso em desviar o meu, mas não faço. Contudo, percebo que vê-la olhando nos meus olhos de alguma forma não me incomoda.— Eu quero você! — sussurro, dando mais um passo na su
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