Theo Clara permanecia imóvel no sofá, seu rosto uma esfinge. Não havia raiva ali, mas também não havia perdão. Apenas uma frieza que doía mais do que qualquer grito.Diante do silêncio de Clara, as palavras vinham de maneira incontrolável, em uma tentativa desesperada de fazê-la entender o que eu estava sentindo.— Eu sei que não mereço seu perdão — continuei, as palavras saindo em ondas. — Eu sei que destruí tudo de novo. E o pior é que eu nem sei o que destruí, porque não lembro, porque...Minha voz falhou.— Eu sinto muito por te colocar nessa situaç&atil
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