274. CONTINUAÇÃO
Leonard sorriu com serenidade, aproximando-se um pouco mais de Manuel, como se buscasse eliminar qualquer distância que os separasse. Alan, com seus pequenos braços estendidos, brincava com os botões da camisa de seu pai, mas ainda olhava curioso para o menino que tinha à sua frente. —Claro que sim, Manuel! E não me chame de senhor Leonard. Me chame de cunhado. Porque isso sou, seu cunhado, e sempre serei —respondeu Leonard com um tom caloroso, querendo transmitir segurança e pertencimento. —Bom, bom, acho que todos devemos entrar. Clío, leve Manuel e coloque-o em um quarto, o que ele mais gostar. —Não posso ficar com minha mãe? —perguntou o menino, assustado ainda por se encontrar longe da única pessoa que realmente conhecia. —Não, Manuel, ela ficará no quarto do papai —esclareceu Clío, segurando sua mão novam
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