Eles mal fecharam a porta do quarto quando a tensão das últimas semanas explodiu em pura necessidade. A vitória no tribunal ainda ecoava nos corpos — o alívio, a adrenalina, a sensação de que, finalmente, podiam respirar. Adrian virou Helena contra a porta com um beijo faminto, mãos enquadrando o rosto dela como se tivesse medo de que ela desaparecesse.— Precisamos comemorar — murmurou ele contra os lábios dela, voz rouca. — E eu quero comemorar dentro de você.Helena respondeu puxando a camisa dele para cima, unhas arranhando a pele quente das costas. As roupas caíram pelo caminho até a cama — casaco, camisa, vestido, sutiã. Quando caíram no colchão, estavam só de calcinha e cueca, pele contra pele, bocas devorando uma à outra.Adrian desceu devagar, beijando o pescoço, o vale entre os seios, parando para chupar um
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