Ele se posicionou sobre mim novamente. Eu senti a ponta dele, grande e dura, na minha entrada, ainda sensível e pulsante do clímax anterior. Ele me encarou, seus olhos prendendo os meus, e então empurrou.Foi devagar no início. Uma invasão gradual, que me fez arfar. Ele metia, observando cada reação no meu rosto, cada suspiro. Eu estava tão aberta, tão sensível, que cada centímetro dele dentro de mim era uma mistura de preenchimento total e prazer agudo.— Tudo bem? — ele perguntou, parando, com a testa franzida de preocupação mesmo no meio daquele turbilhão.— Não pare — eu gemi, minhas pernas se enrolando em volta dele. — Por favor, não pare.Ele sorriu, um sorriso de triunfo, e então começou a se mover. Primeiro, com uma cadência controlada. Depois, mais rápido, mais forte. Suas estocadas se tornaram mais profundas, mais violentas, cada uma me atingindo num ponto que fazia meus olhos revirarem. Com Thales, a profundidade era dor. Com Rafael… Deus, com Rafael, era como se ele es
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