VladEntro no quarto onde a amiga de Mary está. Ela está deitada, assistindo TV, mas assim que me vê, sua expressão muda, refletindo insegurança e um toque de medo. Ajeita-se rapidamente na cama, os olhos fixos em mim, como se tentasse avaliar o perigo.“Quem é você?” ela pergunta, com a desconfiança evidente na voz, enquanto seus dedos apertam os lençóis. Não respondo de imediato; deixo o silêncio pesar enquanto fecho a porta atrás de mim, o clique ecoando pelo quarto. Ela me observa, os olhos se estreitando em nervosismo crescente.“Foi o Jorge que mandou você aqui?” A pergunta sai num tom hesitante, quase como se esperasse uma confirmação.Eu entro no quarto sem pressa, meu olhar fixo na mulher à minha frente. Cada passo que dou ecoa na tensão pesada do ambiente. Ela me observa, seus olhos tremendo com um misto de ansiedade e medo, uma presa que sabe que o predador já a encontrou.“Jorge...” repito, saboreando o nome como se fosse um veneno na língua, deixando que o som dele se es
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