Cadu Chegamos no prédio e fomos direto para o elevador, indo para o último andar onde fica o escritório do meu pai. Quando as portas se abriram, eu estava com a mão no quadril da Verônica, mas o que eu não esperava era ver aquele monte de gente saindo da sala de reuniões no final do corredor, inclusive meu pai, Lorenzo e Enrico. Meu coração deu um salto e pareceu parar no mesmo instante. Eu senti os músculos do meu rosto se contraírem, tentei sorrir mas foi em vão. Verônica percebeu minha tensão. — Cadu? O que houve? Você está gelado! — Não é nada, baby. Eu estou bem. — murmurei baixinho, tentando melhorar minha expressão, enquanto sentia as mãos transpirando. Não tive tempo de pensar em uma resposta melhor. Meu pai já estava caminhando em nossa direção, com Lorenzo e Enrico atrás dele. Quando chegaram perto, o olhar que meu pai me lançou, dizia: “cuidado com o que você vai dizer.” — Filho, não esperava você por aqui hoje. — ele olhou para Verônica com um sorriso educado. — Como
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