Mundo de ficçãoIniciar sessãoUma jovem, Bella, tudo em sua volta se torna perigoso. Vive uma vida arquitetada por mistério, sua arma é infalível, beleza e simpatia em conjunto com uma mente brilhante. Mas sua grandiosidade acaba quando Bella é fulminantemente pega em tropeço do seu coração.”
Ler maisArquiteta de um crime
Copyright © 2018 por Jê Agne
Todos os direitos desta obra, em parte ou por inteiro, não pode ser utilizada, reproduzida ou distribuída, sob quaisquer meios existentes ou que virão existir sem prévia concessão do autor
Título original: Arquiteta de um crime
Revisão: Shainnee, keplerking e MSL
2ª edição @2021
Jerusa Agne mais conhecida como Jê Agne, nascida e criada em um bairro pobre de Porto Alegre, em meio a tantas adversidades começou a escrever para tentar superar uma crise de síndrome do pânico, começou a pegar gosto pela escrita e surge a primeira obra publicada em 1º de novembro de 2018. Amante de séries, filmes e literatura, divide o seu tempo entre a família e o trabalho. Hoje Jê mora com sua família em uma pequena cidade de Santa Catarina, Taió, onde continua escrevendo.
Jê diz que sua vida está no auge da juventude. Alegre, extrovertida tem a música como companheira para escrever e se inspirar. Além de trazer em suas histórias um pouco de sua personalidade e vivência pessoal.
Tudo que faz é com amor, pois acredita que nada que se faça sem amor é bem feito.
Acadêmica no quadro de associados na Academia Independente de Letras ocupante da cadeira 107 com a persona Kairós: Origem do Grego o tempo de Deus, o momento oportuno, certo, supremo.
Com um estilo peculiar de escrita, suas obras apresentam conflitos e muitas críticas sociais. Totalmente diferente dos padrões literários, Jê, tenta expressar em seus romances nada convencionais, personagens fortes que enfrentam a vida. Seus gostos por finais surpreendentes, faz com que todo o livro tenha grandes mudanças em seus enredos, além de gostar de manter o suspense em cada página.
Permita-se sentir grandes surpresas e emoções!
Muito além da história, a escrita se tornou uma grande fuga, uma vida paralela aos desafios do mundo.Escrevo porque amo, mesmo não sendo uma pessoa que se considere uma grande conhecedora da língua portuguesa, me considero com uma imaginação fértil e divido com todos meu jeitinho e minha mente não muito convencional.O mundo não nos traz flores todos os dias, mas podemos regar o que já nos foi oferecido, adubar para fazer um grande jardim ao nosso redor. Podemos contribuir para florir as vidas de outras pessoas com nossas palavras e principalmente nossa paixão pelo que fazemos!
- Bom dia, Jin! - Bom dia, onde estava? - Por aí! - O que está fazendo? Vai entrar comigo? - Aham! Sabe que dia é hoje? - Ai meu Deus, esqueci alguma data? O dia que nos conhecemos? Começamos a namorar? - Você pode tentar o quanto quiser que não irá acertar. - E eu não consigo pensar assim Bella, meu sangue agora só circula em um lugar... - Quer ver ele parar de circular nesse lugar e suas pernas tremerem? – Ela estava deitada em cima dele – Vamos ter um bebê! Dois na verdade! Ele começou a rir. – É você tinha razão pelo menos em uma das coisas... - Eu estou falando sério! Ele olhou sério para ela. – Não é só para ele descer? - Por que eu faria isso? Eu gosto dele levantado... Para mim, só assim ele tem utilidade para falar a verdade. Bom teve para fazer duas coisinhas dentro de mim também! - Eu vou ser pai! Não acredito nisso... - Vou me arrumar, tenho que ver um cliente.
- Nós poderíamos ir lá, o que acha? - Péssima ideia! - Por quê? - Eu odeio essas formalidades. - Pensa, ainda dá tempo! - Tá, vou pensar! Deixa eu atender. - Alô! - Preciso de uma sócia! - Do que está falando, Mark? - Preciso de uma sócia, ou melhor, preciso de você! Meu pai disse que faz todo o investimento e pagamos como pudermos. - Eu tenho que pensar, eu não posso responder assim, eu trabalho para o FBI, lembra? - Podemos trabalhar juntos, e você sai quando precisar. Aceita, BEllinha! - Não te darei a resposta agora. Vou pensar, me dá uns dois dias. - Tá bom! - Não adianta ficar bravo, você me conhece. - Ele tem seu número? - Sim, tem. Ele quer alguém para trabalhar com ele. - Alguém ou você? - É, isso, eu! - Quer minha opinião? - Não! Quero um beijo seu. - O quão importante eu sou para você? - Que? Como assim, Ji
- Boa tarde, Jin! - Oi meu, docinho! Nós temos que acertar uma coisa, você não precisa vir vestida assim, pode se produzir menos, isso é uma cena de um crime. Quem você tem que impressionar não precisa vê-la assim, pelo contrário, você tira meu foco! E pelo jeito de outras pessoas também! - Minhas roupas não fazem parte do acordo, onde estão os filhos do casal? - Lá dentro. Oi cunhados! - Fala aí, cunhado, o que tem para nós? - No segundo piso o quarto do casal. E não me olhem assim é para vocês trabalharem lá! Marco saiu rindo, pois Jinwoo não é muito de brincadeiras, muito menos de duplo sentido. Isabella entrou no escritório onde o filho mais novo do casal se encontrava. Ele olhou-a e no mesmo instante a reconheceu. - Isabella? Bellinha! O que faz aqui? - Mark? Foram seus pais! Antes de qualquer coisa onde ficam as joias e o dinheiro deles? Ficam aqui na casa? - Não. Ficam no Banco Central! - Avisa o
Último capítulo