POV DA MATHILDA
O Píer 42 do rio Hudson era um cemitério de ferro e madeira podre. A névoa de Nova York rastejava sobre a água como o hálito de um morto, ocultando os pecados da cidade sob um manto cinzento. Desci do carro, sentindo o metal frio da chave de segurança que Bren havia me dado pressionar contra minha coxa. A mensagem anônima continuava queimando em minha mente: “Venha sozinha se quiser saber quem realmente disparou o primeiro sinalizador”.
Meus saltos ressoavam com um eco metálico