Capítulo 116
Bruno Tavares
Passei a manhã no quartel, mas minha cabeça não estava lá. Cada sirene, cada ordem, cada relatório parecia distante. Tudo o que eu conseguia pensar era em Sofia, nos meus filhos e no vazio que a casa tinha ficado sem eles.
Naquela tarde, não aguentei mais. Peguei o carro e fui até a casa dos Bragança. Meu coração batia acelerado, como se fosse enfrentar uma missão ainda mais difícil do que qualquer incêndio.
Quando cheguei, Leo Bragança estava na varanda. El