XX

(1978)

“Há esperança...”, disse-lhes o psiquiatra, o último de uma lista com doze nomes. Chegaram a se questionar se aquele sujeito sentado ali era de fato um psiquiatra ou algum pregador de autoajuda. “Há esperança” não é o tipo de frase que se aprende nos livros de Psicologia, pensou Nestor Tenner enquanto observava o médico. Ao seu lado, arrumada de modo a parecer “impecavelmente disti

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