Já passava das quatro horas da manhã quando o telefone da casa do lago não parava de tocar, Thomas acordou atordoado, correu escada abaixo para atender, pegou o telefone e seguiu para a porta de vidro dupla que dava para a varanda de frente para o lago, olhando para o horizonte.
— Alô — atendeu ficando em choque com o que ouviu, deu três passos pra trás caindo sentado na poltrona atrás dele, ali, Thomas ficou com os braços caídos o telefone no chão, pois havia caído no momento que ele ouviu a