— Não, amor. — Eu me aquietei ao entrevê-lo abrir os olhos claros em martírio. — Eu não queria acordá-lo.
Dylan rapidamente se achegou aproximado de mim, contraiu minha mão direita e a realocou novamente em seu semblante, relaxando-se com o contato. Os orbes azuis se semicerraram enquanto sua respiração acalmou-se.
— Não há problema, bebê. — Sua mão acariciou meu ombro. — Não vá, permaneça aqui comigo. Sinto-me mais apaziguado com sua presença.
— Claro, Dylan. — Eu me arrumei melhor no colchão,