Asher Bennett.
O carro reduziu a velocidade quando se aproximou da lanchonete, mas, ao invés de desligar o motor imediatamente, virou-se para mim e sussurrou.
— Espere, bebê.
Fiquei confuso por um momento, mas obedeci.
Saiu do carro, deu a volta e abriu a porta para mim, o sorriso malicioso brincando em seus lábios.
— Venha.
Peguei sua mão sem hesitar, sentindo a firmeza de seus dedos entre os meus. Quando desci, seu braço deslizou pela minha cintura, puxando-me para mais perto. Meu coração tro