ELLE NARRANDO
Na manhã seguinte, Henry apareceu no meu quarto e veio me puxando pelo braço.
— O que você está fazendo? — Questionei. Reparei que ele estava vestido e pronto para sair.
— Vamos buscar o café da manhã e eu preciso falar com você, então, vamos. — Ele falou.
Não tive escolha a não ser acompanha-lo. No carro, ele ficou em silêncio durante boa parte do trajeto.
— Não vai falar? — Questionei. Ele suspirou e deu um tapa no volante.
— Eu tô ficando louco de não poder te contar as coisas.