Mundo ficciónIniciar sesiónQuando éramos crianças, Rodrigo Dantas era um prodígio na pintura, até se apaixonar por Mariana Tavora, a garota mais cobiçada da escola. Eu contei aos pais dele, e Rodrigo foi forçado a estudar fora do país. Anos depois, ele assumiu a empresa da família e eu me tornei uma de suas funcionárias. Sob suas ordens, fui embriagada pelo meu chefe e levada para o quarto de um parceiro de negócios. Eu fui violentada até a morte. Quando abri os olhos novamente, estava de volta a um tempo em que nada daquilo havia acontecido.
Leer másEu estava a todo vapor nos preparativos para o casamento quando minha mãe me deu a notícia:Rodrigo tinha se suicidado.A tragédia aconteceu numa noite silenciosa.Os gritos de desespero dos pais dele eram de partir o coração.Meu pai vestiu-se rapidamente e foi até lá, preocupado que algo pudesse acontecer aos dois velhos, já que não havia ninguém para cuidar deles.Na mesa de Rodrigo, havia uma carta de despedida que dizia: — Se eu pudesse começar tudo de novo, seria tão bom.Se Rodrigo teve uma segunda chance, isso não me interessou.Só sabia que uma pessoa tão egoísta como ele não teria uma vida perfeita, não importava quantas vezes recomeçasse.A vida era naturalmente cheia de arrependimentos, mas ele sempre culpou os outros por seus erros.Pessoas assim estavam destinadas a nunca encontrar a felicidade.Logo depois, os pais dele se mudaram da casa ao lado da minha, deixando a grande mansão completamente vazia.Meu casamento aconteceu como planejado, no dia de Natal.Esse dia tamb
Virei-me, seguindo a direção apontada por ele.Lá estava, não muito distante, um homem vestindo uma camisa branca. Ele usava um avental amarrado na cintura e, no rosto outrora atraente, havia uma leve barba por fazer.Após alguns anos sem vê-lo, Rodrigo parecia bem mais envelhecido, como se a vida tivesse suavizado suas arestas. Não parecia mais um jovem prestes a completar trinta anos, mas alguém que já havia sentido o peso das experiências.Quando Rodrigo me avistou, ficou claramente paralisado.Eu sabia que ele havia me reconhecido.Ele se aproximou, com passos um tanto vacilantes.Fábio sussurrou para mim que aquilo era consequência de um acidente de carro que Rodrigo sofreu anos atrás, e que não recebeu tratamento adequado na época.Ele cumprimentou Fábio naturalmente e, em seguida, voltou sua atenção para mim.— Yolanda, quanto tempo.Inclinei a cabeça levemente, esboçando um sorriso: — Quanto tempo, Rodrigo.— Você mudou muito, quase não te reconheci.Eu sabia que ele dizia por
Não esperava que esse ex-professor e agora apresentador se tornasse uma lenda da noite para o dia.Ele disse: — Deixamos o campo, deixamos nossa terra natal, nos mudamos para a cidade em busca de uma vida melhor, educação, saúde ou tantas outras coisas. Mas descobrimos, dolorosamente, que muitas vezes a cidade não acolhe nossa alma, e o campo já não abriga nosso corpo.— No fim, percebemos que não podemos voltar para casa, nem alcançar o distante.Ele não mencionou uma palavra sobre as laranjas, mas, de repente, as encomendas dispararam.Os internautas comentaram que não compraram as laranjas por recomendação dele, mas sim por saudade de suas raízes.Finalmente entendi por que Fábio me recomendou ele, é esse o poder das palavras.Para evitar problemas como atrasos na entrega ou frutas não tão frescas, organizei uma equipe da empresa para ficar no pomar do senhor, resolvendo qualquer problema rapidamente.Agora, o volume de pedidos ultrapassa a capacidade de trabalho da família do senho
Fiquei surpresa ao olhar para ele: — Sair agora? A essa hora?No fundo, uma parte de mim se sentia atraída por essa ideia louca.— Sim!— Fábio vestiu o casaco, segurou minha mão e disse: — Agora mesmo, sem destino certo, sem compromisso.Eu acompanhei seus passos rapidamente, saindo do restaurante.Quando o carro acelerou na estrada, ainda me sentia como se estivesse sonhando.Peguei o celular e mandei uma mensagem para meus pais, então relaxei e comecei a aproveitar a viagem.No meio da noite, paramos para descansar em um posto de serviços na estrada. Quando o sol começou a nascer, voltamos para a estrada.Perguntei a Fábio: — Para onde estamos indo?Fábio olhou para o medidor de combustível: — Não sei, quando o tanque esvaziar, saímos da estrada.Quando o tanque estava quase vazio, encontramos o pedágio mais próximo e saímos da estrada.Era uma cidadezinha, mas a paisagem era deslumbrante.Fizemos uma breve parada na cidade e depois partimos rumo à zona rural.Fábio disse que queria
Último capítulo