Desesperada com o que ouviu, Deyse virou-se para Liliane com os olhos marejados:
— Lily... por favor, salve o meu pai. Salve ele!
Os olhos de Liliane se arregalaram com o pedido:
— Deyse... você sabe que eu faria qualquer coisa. Mas eu não posso... Eu...
— Eu confio em você — interrompeu Deyse, firme na dor. — Por favor, não deixe meu pai morrer. Sei que você é capaz.
Liliane respirou fundo. Tentava trazer razão à amiga, mas a angústia de Deyse e o peso do momento a fizeram vacilar.
— Que