Célia caiu de joelhos, o desespero tomando conta dela, enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto.
— Por favor, não faça isso! Não me expulse! Eu preciso continuar estudando! Falta tão pouco para eu me formar! — implorou, a voz embargada pelo choro. — Por favor, não me expulse!
Mas a vice-diretora Magda já não queria mais ouvir as desculpas dela. Já havia dado várias chances e Célia sempre retornava à sua arrogância. Magda, com um olhar firme, pegou o telefone e discou o número do pai de Célia