Amanda chegou ao hospital onde Deyse trabalhava trazendo consigo uma tela pintada que ela havia trabalhando nela durante toda a noite. A obra era um contraste visceral de dor, humilhação e redenção, uma pintura carregada de simbolismos que ela pintou como um pedido silencioso de perdão à filha.
Quem a contemplasse a obra sentiria o coração acelerar, chorar e, paradoxalmente, sorrir.
Assim que entrou soube que Deyse não estava trabalhando nesse dia no hospital. Entre os murmúrios dos corredore