Ana levou a mão à boca, desesperada.
— Olívia!
Mas ela já estava completamente quebrada.
— Me ajuda… estou te implorando. Eu não faria isso se eu e sua neta não estivéssemos correndo perigo. Eu nunca largaria o Mozão. O senhor me conhece.
As mãos dela agarraram a calça dele.
— Eu estou com medo…
A voz saiu pequena. Perdida.
— Eu não estou tentando fugir… eu estou tentando sobreviver.
As lágrimas caíam sem parar.
— Eles vão matar a gente… minha filha tem muito o que viver, pai. É por ela que est