Os dias seguintes foram uma descoberta.
Não de território. A casa nova já era nossa, as rotinas já estavam se ajustando como engrenagens que finalmente se encaixavam. Mas de algo mais sutil, mais precioso. A descoberta de que podíamos ser normais.
De que o amor não precisava ser doer para ser profundo, não precisava consumir tudo ao redor para ser real. Por tanto tempo, eu havia associado amor à obsessão, à magia, ao descontrole. Agora, descobria que o amor também podia ser panquecas em formato