O sol do meio-dia refletia nos para-brisas do estacionamento, criando um calor abafado dentro do carro. Eu esperava no banco do passageiro, minha mãe havia entrado para comprar "apenas algumas coisas" — e já fazia vinte minutos.
Meu telefone vibrou mais uma vez. Dorian. O décimo sexto telefonema não atendido do dia.
Deixei um sorriso cruel escapar dos meus lábios. Uma semana. Uma semana inteira sem atendê-lo, sem respondê-lo, deixando-o definhar em sua própria obsessão. “Deixe-o sentir como é”,