Os portões se abriram subitamente. As correntes tilintavam nas mãos e nos pés. Os passos pelo corredor seguiram num ritmo perfeito, onde a liberdade cerceada fora representada pelos portões que se destrancavam apenas para a passagem até a sala de encontros.
Leoni Messina encarou o irmão sentado na cadeira de ferro presa ao chão e sorriu. Lucca Messina nunca seria uma má companhia, não importava o quanto fosse o culpado pela prisão.
– E então. O resultado já saiu? – O silêncio preocupou o ho