Capítulo 216
Antonni Moretti
O impacto do meu punho contra a mandíbula daquele idiota ecoou pela boate. O som nauseante de osso estalando foi a sinfonia mais doce que eu já ouvi nos últimos anos. O cara nem teve tempo de gritar antes de eu agarrar a gola da camisa dele, puxando seu corpo mole para frente e desferindo um segundo soco, dessa vez direto no nariz. Sangue espirrou, quente e metálico, manchando meus nós dos dedos, mas a fúria cega que me consumia não estava nem perto de saciar.
E