“Sofia? Somos nós.”
Xavier bateu duas vezes, seco, urgente, e fiquei parada atrás dele no corredor fraco do prédio dela, meu coração martelando contra as costelas.
A porta abriu uma fresta, a corrente ainda presa, um olho arregalado e assustado visível na abertura antes de Sofia nos reconhecer e desprender a corrente.
“Graças a Deus.” Ela abriu a porta por completo, e vi que ela tinha chorado, a maquiagem borrada sob os olhos, as mãos tremendo enquanto recuava para nos deixar entrar. “Não sei q