A porta de pedra se fechou atrás deles.
Sarah apoiou as mãos sobre os joelhos, tentando recuperar o fôlego.
Keiran permaneceu alguns passos à frente, observando o corredor escuro.
O rugido havia desaparecido.
Mas o silêncio que veio depois era ainda mais assustador.
Sarah levantou os olhos.
— Você está ferido.
Keiran olhou para o próprio braço.
Havia um corte profundo próximo ao ombro.
— Não é nada.
Sarah aproximou-se.
— Você sempre diz isso.
— Porque geralmente não é nada.
— E geralmente está