O rosto de Vinicius expressava puro choque, como se dissesse o quão insensato era meu comportamento naquele momento.
— Vá logo, querido. — Eu sorri de leve, impassível, incitando calmamente.
Ele segurava a faca, os passos pesados e arrastados.
O filhote tinha os olhos cheios de lágrimas, a boca abrindo e fechando, chamando silenciosamente por "papai".
Observei tudo com frieza, meu coração imóvel, sem nenhuma emoção. Cheguei até a franzir levemente a testa, impaciente: — Anda logo.
Vinicius final