A manhã começou diferente.
Pela primeira vez desde o ataque, Kael deixou a enfermaria.
Ainda caminhava devagar.
A cicatriz em seu flanco ardia a cada passo.
Mas havia uma dor maior.
Elena.
Ela continuava na alcateia.
E, mesmo assim, parecia mais distante do que nunca.
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No jardim...
Elena estava sentada sob a grande cerejeira.
Um livro permanecia aberto sobre seu colo.
Mas ela não lia.
Sua mão acariciava distraidamente a barriga.
O bebê mexeu.
Ela sorriu.
— Está crescendo rápi