A lanterna de Leonardo iluminava a pesada porta de aço.
O símbolo gravado no centro era exatamente igual ao do medalhão encontrado dentro do cofre de Eduardo Vasconcelos.
Nenhum dos presentes dizia uma palavra.
A única coisa que se ouvia era o gotejar constante da água escorrendo pelas paredes do túnel.
O incêndio acima deles parecia pertencer a outro mundo.
Ali embaixo, o tempo havia parado.
Bellini aproximou-se lentamente.
Passou a mão sobre o desenho gravado no metal.
— Não é apenas um brasã