Helena percebeu no mesmo instante.
— Mãe! — chamou, correndo até ela.
Segurou-a antes que perdesse o equilíbrio e a conduziu de volta à cadeira. As mãos de Clara estavam frias, úmidas, e seus olhos se fecharam por um instante mais longo do que o normal.
— O que aconteceu? — a voz de Helena saiu trêmula, carregada de medo.
— Não é nada… — Clara tentou minimizar, forçando um sorriso frágil. — Já está passando.
Mas não estava. A palidez denunciava. O cansaço também.
Helena não insistiu com palavra