Viviane permanecia de costas para a ampla janela de vidro da sala no segundo andar da mansão.
Vestia uma camisola de seda champanhe coberta por um penhoar do mesmo tom, na mão, segurava um copo de uísque, mesmo sendo cedo.
— Viviane… desista do Eduardo. — disse Henrique calmamente. Ele estava sentado no amplo sofá da sala.
Ao ouvir o nome de Eduardo, Viviane girou bruscamente e num acesso de fúria, arremessou o copo contra a parede.
— Você não entende! — gritou ela, com os olhos tomados de ódio