Os dias seguintes se arrastaram em uma mistura cruel de cheiro de antisséptico, bip dos monitores e noites mal dormidas. Helena praticamente passou a viver no hospital. Nem mesmo a insistência de Renato e Glória conseguiu fazê-la voltar para casa.
Ela corria contra o tempo.
Durante o dia, enfrentava médicos, exames e pilhas de documentos. À noite, sentava ao lado da cama da mãe, segurando a mão de Clara enquanto observava os aparelhos monitorando cada oscilação do seu estado.
Mas a pior batalha