No aeroporto, tudo foi rápido e surreal. Sem filas, sem esperas.
Um homem de terno nos conduziu direto pela pista até onde o jato particular, uma criatura branca e elegante, aguardava.
Dentro, o mundo era feito de opulência discreta. Couro macio, madeira polida, um silêncio profundo que abafava até o ronco dos motores.
Sentei em uma poltrona que parecia me abraçar, do lado oposto ao dele, perto da janela.
Ele se instalou à frente, transformando a mesa ao seu lado em uma extensão do seu esc