Amanda
Senti um chute na minha barriga, fazendo o sangue na minha ficar com um gosto mais forte. Meu couro do cabelo doía, meus braços, pernas, sentia meu corpo ardendo por todas dores possíveis.
Menor: Cadê teu pai? Porra, cadê?— senti chute nas minhas pernas.
— Por favor...— tentei falar, porém não saiu voz — eu não fiz nada...
Minha barriga doía, minha cabeça doía, meu braço ainda estava amarrado pra trás, assim como meu olho estava com um tecido. Estava totalmente acabada, por dentro e por