Eu ouvi a voz dela. Elisa estava aqui. Lembrei de tudo de uma vez e precisei controlar as explosões e toda a possessividade que eu comecei a sentir estalando dentro do meu peito por ela ter me chamado de papai. Não era hora para isso agora.
Começo a me debater o máximo possível contra as correntes que seguravam meus braços e me penduraram do teto. Eram tão grossas quanto meu antebraço e comecei a fazer força para os lados, para baixo e para onde eu mais pudesse. O barulho delas se chocando uma