Uma resposta dada, uma peça tirada.
Apesar do beijo e da pegada dele ser muito bom, irresistíveis, eu relutantemente consegui me afastar dele.
— Desculpa, mas eu não posso. - disse cabisbaixa — Eu preciso ir.
Fui até a porta, e ao tentar abri- la meio atordoada, lembrei que a chave estava com ele.
— Por favor, Alonzo, me dê a chave. - estiquei a mão pedindo- a.
Ele me olhou maliciosamente enquanto molhava os lábios com a ponta da língua e roçava seus dentes no lábio inferior.
— Alonzo, por favor? - pedi mais uma vez — Me dê a cha