"Isso não é uma resposta". Ela ressalta.
"Apenas uma vez, no dia em que os compramos. Com tudo o que aconteceu depois, não tive tempo de usá-lo."
Ela acena com a cabeça. "Isso é compreensível. Eu experimentei e era uma droga. Estou muito feliz por tê-lo comprado”, ela ironiza.
Eu ri com isso. Lembro-me de como ela foi contra a ideia quando eu as arrastei para a loja.
"Então, alguma notícia sobre os assassinatos?", ela pergunta, inclinando-se sobre a mesa e mudando de assunto.
Eu balanço a cabeça