A VIDA QUE ELA VIVEU FOI APENAS UM SONHO QUE CHEGOU AO FIM.
Ainda na madrugada, foi acordada com brutalidade por seu então esposo e partiram para a Cidade Murada. O homem ao lado de Sarati agia com indiferença, como se não tivesse maculado e torturado sua recém-esposa, horas antes. Por medo, ela resolveu esquecer, por ora, a dor, ofuscada pela imagem dos muros da cidade. Esta era enorme, toda em pedra, contudo, tão logo entraram em seus portões, Sarati perdeu o encanto, visto que a beleza era só exterior. A energia interior pareceu-lhe pesada, circulava