ELE
Toc, toc, toc
As garras pretas, que atravessaram os meus dedos, batiam ruidosamente na madeira do braço da cadeira onde estava sentado. Diante de mim, estava o grupo de anciãos do clã, sentados num semi-circulo no meio da minha sala de trabalho.
Podia sentir o cheiro de naftalina, elixir de longevidade e marasmo.
Se aporrinhação tivesse um fedor característico, seria o que eles exalavam na minha presença. Suas túnicas pomposas e exuberantes representavam status e riqueza entre eles, o que d